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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Piteco, livro de Maurício de Sousa publicado em 1965
    jornais e já tinha publicado oito números do gibi do Bidu pela editora Continental de Jayme Cortez e Miguel Penteado que por falta de uma estrutura melhor não teve vida mais longa Em 1965 ele estava sem nenhum gibi nas bancas por isso resolveu atacar com seus personagens nas livrarias e lançou uma série de livros infantis pela editora didática FTD Conheço pelo menos três livros dessa série Astronauta Piteco e a Caixa da Bondade este último o único não protagonizado por nenhum personagem seu já conhecido Os livros bem coloridos já mostravam o artista com seu estilo consolidado tanto o traço quanto a forma de contar histórias E comprovam que Maurício sempre foi desde jovem um grande contador de histórias para todas as idades Os livros serviram também para Maurício testar ainda mais seus personagens junto ao gosto popular prenunciando a cartada derradeira que ele daria cinco anos depois ao lançar o primeira número da revista da Mônica pela editora Abril Dali em diante seu sucesso se multiplicaria cada vez mais transformando o no grande Walt Disney sul americano que é hoje Nem preciso dizer que estes livros hoje são raríssimos e dificílimos de se achar por aí Confiram

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Vigilante Rodoviário, da Editora Outubro
    tema de abertura da série intitulada Canção do Vigilante Rodoviário Esse foi o primeiro seriado filmado em película de cinema no Brasil No total foram 38 episódios nos quais os personagens Inspetor Carlos interpretado por Carlos Miranda e seu cão Lobo lutavam contra o crime à bordo de uma motocicleta Harley Davidson 1952 ou de um Simca Chambord 1959 na altura do km 38 da Rodovia Anhanguera onde a maior parte dos episódios foi filmado devido ao clima que se apresenta ensolarado grande parte do ano fator fundamental para as filmagens externas A série recebeu os mais expressivos troféus entre ele Troféu Roquete Pinto Sete Dias na TV e Troféu Imprensa Para aproveitar o sucesso da série a Editora Outubro de Jayme Cortez e Miguel Penteado lançaram naquela década o gibi do personagem com roteiros do onipresente Gedeone Malagola e os desenhistas Osvaldo Talo Getúlio Delphim e Flavio Colin que se revezavam na arte Como era costume naquela época os gibis muitas vezes traziam fotos do ator como capa Infelizmente não sei precisar quantas edições foram lançadas mas tenho pelo menos as 12 primeiras e um Almanaque do personagem além do Almanaque Juvenil onde também saíram suas HQs Postei aqui

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Minha Lambretta... e eu
    1947 na cidade de Lambratte daí o nome Lambretta em Milão na Itália A primeira Lambretta foi inspirada num veículo militar modelo Cushman empregado pelo exército americano durante a II Guerra que era utilizado para transporte individual de uma divisão motorizada E por incrível que pareça a Lambretta foi a primeira fábrica de veículos do Brasil saindo na frente até mesmo da indústria automobilística A implantação da fábrica Lambretta do Brasil S A Indústrias Mecânicas se deu em 1955 no bairro da Lapa em São Paulo e logo virou moda no país Ela coincidiu com o surgimento do Rock n Roll e da revolução de costumes da juventude que veio com ele e por isso imediatamente se tornou um veiculo símbolo da juventude dos anos 50 e início dos 60 A produção entre 1958 e 1960 o apogeu da marca superou a quantidade de 50 000 unidades por ano no Brasil Um dos pontos fortes da Lambretta era a boa estabilidade devido ao baixo centro de gravidade proporcionado pelo motor próximo da roda traseira O motor 2 tempos tinha boa refrigeração mesmo em Marcha lenta proporcionada por uma ventoinha Pois bem para vender este novo e maravilhoso produto a empresa Lambretta do Brasil contratou na segunda metade dos anos 50 uma agência de publicidade para produzir um gibi que mostrava as vantagens de se possuir uma Lambretta O gibi Minha Lambretta e Eu de 16 paginas coloridas contava a história de um rapaz rural cuja vida mudava da água para o vinho graças a aquisição do tal veículo Com a pequena motoneta ele ganhava tempo pra plantar mais e aumentar sua colheita Graças também ao veículo ele conquista o amor de sua vida Um roteirinho hoje ingênuo mas muito simpático e divertido com ótimos desenhos de algum ilustrador experiente da

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: A Técnica Universal das Histórias em Quadrinhos de Fernando Ikoma
    a grande entrevista que o genial Marcio Baraldi fez com o ainda mais genial Fernando Ikoma pra pescar aqui nos meus Arquivos Incríveis o hoje raríssimo livro A Técnica Universal das Histórias em Quadrinhos escrito por Ikoma para ensinar o know how das HQs Este foi um dos primeiros livros técnicos sobre o assunto produzidos no Brasil ao lado daqueles antológicos do mestre Jayme Cortez que algum dia eu posto aqui e reúne a experiência de Ikoma e outros artistas que produziam HQs para editora Edrel de Minami Keizi no início dos anos 70 No livro Ikoma ensina todos os macetes para produzir um bom quadrinho argumento roteiro decupagem de páginas lay out enquadramentos técnicas de arte finalização como nankim aguada retículas e outras Durante todo o livro Ikoma vai ilustrando o com pedaços de sua própria obra então há cenas dos personagens Fikom Cibele e outras histórias que o mestre criou ao longo de sua curta mas extremamente prolífica carreira O que o torna um prato cheio não só para quem se interessa por manhas sobre como produzir Quadrinhos como também para quem é fã do trabalho de Ikoma Há inclusive uma lista dos personagens e histórias avulsas que

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Caricaturista Mendez, uma retrospectiva de seus livros
    inúmeros artistas que beberam de seu estilo limpo econômico inconfundível e certeiro Com poucos traços e olhar extremamente clínico Mendez capturava e distorcia com perfeição as traços de qualquer rosto Iniciou sua carreira na Revista Musical e logo começou a colaborar com vários outros jornais e revistas como A Noite Folha Carioca Radiolândia Revista do Rádio Revista da Semana e O Cruzeiro Outra marca registrada de Mendez era o escracho e deboche que impingia a suas caricaturas muitas vezes retratando o caricaturado com traços de algum animal que este lhe lembrava Se por exemplo os traços de algum político lhe lembrasse os de um macaco ou suíno pobre coitado deste pois fatalmente seria retratado como tal bicho O resultado era sempre hilário e perfeito pois Mendez dominava essa caricatura zoomórfica com maestria inigualável Isso muitas vezes despertava incômodo em muitos dos caricaturados Vários artistas e políticos temiam ser as próximas vitimas de seu traço impiedoso Houve até quem tentasse impedir a publicação de sua caricatura caso do cantor Orlando Silva Quando o famoso cantor soube que Mendez o havia retratado com as feições de um carneiro procurou o cartunista e lhe ofereceu dinheiro para que este destruísse o desenho porém Mendez não aceitou e publicou o provocando a ira e ressentimento de Silva pelo resto da vida Outra que magoou se com Mendez chegando a virar lhe o rosto em público foi a cantora Dalva de Oliveira outra vítima de suas caricaturas Em compensação personalidades como Getúlio Vargas a cantora Ângela Maria e o soberbo pintor Candido Portinaria adoravam ser homenageados pelo grande artista Mendez Aqui estão perfilados alguns de seus livros que consegui descobrir Primeiro o raro Tipos e Costumes do Negro no Brasil depois seu livro mais popular Como fazer Caricaturas em que obviamente ensina os truques e

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Nosso Amiguinho
    Adventista Penso que a Nosso Amiguinho seja uma das mais antigas do Brasil pois agora em 2012 fará 60 anos de publicação Nesses anos todos a revista sempre teve uma postura ecumênica muito bonita educando as crianças para serem bons cidadãos com muitas matérias defendendo a cultura brasileira o respeito ao meio ambiente e a alimentação vegetariana Tudo sempre fartamente ilustrado por ótimos cartunistas como o uruguaio radicado no Brasil Heber Pintos falecido em 2008 que foi o principal capista nos anos 70 e o Osnei também conhecido como Roko capista nos anos 80 e 90 Além das lindas capas e muitas ilustrações internas em seu miolo é comum o uso de Histórias em Quadrinhos para explicar diversos assuntos Tudo sempre 100 brasileiro Inicialmente as primeiras edições de Nosso Amiguinho eram impressas em uma única cor variando a tonalidade a cada edição As cores foram sendo incluídas ao longo dos anos Em 1972 estréia na revista a Turma do Noguinho personagens que viraram os símbolos da publicação criados pelo editor Ivan Schimidt e ilustrados por Heber Em 1986 a revista passou a ser publicada também em Portugal e em 2010 a editora americana Review and Herald Publishing Association lançou a

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Ai, Mocinho!" de Carlos Thiré
    1946 Era uma revista para toda a família trazendo artigos de interesse doméstico e cultura em geral Foi também uma das pioneiras em publicação de artigos de cunho científico sempre escritos em linguagem simplificada e acessível Teve colaboradores como Jorge Amado Olavo Bilac Graça Couto Clarice Linspector e Fernando Sabino entre outros Seu editor a partir de 1942 era Raimundo de Magalhães Teve grandes ilustradores em seu cast como Orlando Mattos seu principal capista e Carlos Thiré Este último é o tema deste Arquivos Carlos Thiré foi um dos grandes quadrinhistas de sua época tendo sido casado com a atriz Tonia Carreiro e pai do ator global Cecil Thiré Este por sua vez batizou o próprio filho o também ator global Carlos Thiré com o nome do pai numa evidente homenagem Pois bem voltando ao Carlos Thiré quadrinhista este foi um artista muito produtivo que criou uma série famosa em sua época Três Legionários de Sorte muito influenciado por Tintin de Hergé Thiré ilustrava muitas matérias da Vamos Ler e também criou para a revista uma série chamada Aí Mocinho que saiu em vários capítulos no início dos anos 40 Há muitos anos atrás eu atendi a um pedido do fanzineiro gaúcho Oscar Kern já falecido e aqui fica a homenagem a esta grande figura que editava o famoso fanzine Historieta e queria publicar essa série Aí Mocinho completa no fanzine E fui procurar nos meus arquivos os capítulos que eu tinha dessa série Acabei localizando apenas as 14 páginas iniciais porém por sorte o Kern localizou as outras páginas faltantes e publicou a história completa no Historieta Republico aqui a aventura completa retirada das paginas do Historieta em 1992 A idéia de Kern era republicar todas as HQs de Thire em sua valente Historieta porém o destino interrompeu o

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  • Bigorna.net: Arquivos Incríveis: Duduca e Jambolão, mais uma triste derrota para o quadrinho brasileiro
    a malfadada ditadura militar certamente teria se desenvolvido e não estaria na pindaíba que está hoje Bem Cortez apesar de português de nascença foi um grande nacionalista e fez de tudo pro Quadrinho Brasileiro dar certo Além de lançar uma infinidade de títulos de terror super heróis e guerra também investiu pesado nos gibis infantis sempre protagonizados por crianças bagunceiras ou bichinhos humanóides na linha Disney Foram muitos títulos nesse estilo como o rinoceronte Cacareco ou o cachorrinho Bidu primeiríssimo gibi de Maurício de Sousa que durou oito números Pois bem um das muitas tentativas da Taika de emplacar um gibi infantil foi esse Almanaque Duduca e Jambolão que só possuo o primeiro número e não sei se houveram posteriores Este número é de 1973 possui 68 páginas em papel jornal p b e traz histórias da dupla infernal de moleques Duduca e Jambolão um negrinho e um loirinho que infernizam a vida dos adultos Os personagens eram do hoje veterano quadrinhista Orlando Pizzi Pra completar as 68 páginas o almanaque também trazia HQs dos personagens Zico e Totó respectivamente uma oncinha e um cachorro produzidas por Aylton Thomaz e Luiz Webster ambos também excelentes e versáteis artistas de Quadrinhos

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